AMOR-PRÓPRIO E DESTINO SÃO AS MENSAGENS DO MANEVA NA TERCEIRA PARTE DE “CALEIDOSCÓPICO”

30/04/2021

"Inevitavelmente" ganha um clipe já disponível no canal da banda no YouTube



"Caleidoscópico", nome emblemático que nasceu a partir dos movimentos, formas e cores diferentes projetados pelo olhar do caleidoscópio. Por trás do nome, o conceito sobre as mil maneiras distintas de enxergar a música, os sentimentos e as pessoas. A aceitação em meio a infinitas possibilidades.

No lançamento da terceira parte de "Caleidoscópico", álbum que celebra os 15 anos do MANEVA, fruto da união com a GTS, a Universal Music e a Base 4, com produção musical assinada por Daniel Ganjaman, os artistas fazem um convite à importante e necessária reflexão sobre o autoconhecimento, a autoaceitação e o amor-próprio em "Inevitavelmente", poesia escrita por Deko, Diego Andrade, Gabriel Elias e Tales de Polli. Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/CaleidoscopicoEP3 .

"Essa música é um presente desse amigo, esse cara generoso e humilde que é o Deko. Estávamos no estúdio produzindo a faixa que, até então, faria parte do disco dele. Mas o Deko é incrível! Na hora teve um insight e disse que 'Inevitavelmente' nasceu para ser do MANEVA. Ela é uma canção diferente, fala do destino e que ele, a todo instante, aponta para direção certa, aquilo que nascemos para ser e viver, exatamente o que aconteceu com o Deko, MANEVA e essa canção. Convidamos a Belinha para trazer esse olhar e retratar essa mensagem", explica Tales de Polli, vocalista do MANEVA.

'Inevitavelmente é impossível evitar a gente' foi a frase que inspirou Belinha Lopes e Doug Martins para escrever o roteiro do vídeo. "É impossível evitar a nós mesmos e o filme fala sobre essa descoberta. A construção da narrativa dos personagens reais começa no conflito. Ao longo das cenas, vão se descobrindo, se reconhecendo, se aceitando e se amando. E, no final, a libertação", fala Belinha Lopes, diretora.

Para contar a história de "Inevitavelmente", personagens reais foram priorizados, como o artista Ian Belisário. "Nossos corpos são apenas uma fração de quem nós somos. As pessoas não precisam se conter de quem elas são, dos seus desejos, de tudo aquilo que é humano. Sentir é humano! O autoconhecimento é um processo totalmente necessário. A autoaceitação também. O entendimento é que cada corpo é um corpo, cada pessoa é uma pessoa e existem várias formas. Aceitar a gente e aceitar o outro é fundamental para o nosso amor-próprio", considera ele, que dividiu as cenas com as atrizes Rhaiany Soares e Mariana Palombo.

Além de "Inevitavelmente", a terceira parte de "Caleidoscópico" traz mais duas canções inéditas. "Passa o dia" traz na composição o encontro de Diego Andrade, percussionista do MANEVA, e Tales de Polli, vocalista. "O que tiver que ser, será" tem a participação especial do cantor e compositor, Di Ferrero. "Di tem o nosso respeito e admiração. A história profissional dele, de certa forma, também reflete a alma de 'Caleidoscópico', já que ao longo do tempo se permitiu a tantas mudanças e viveu cada uma delas com intensidade e verdade. 'O que tiver que ser, será' retrata a necessidade de deixarmos a vida fluir, sem criar expectativas, respeitando e vivendo o hoje", esclarece Tales.

"Essa música me faz pensar de como não precisamos forçar nenhuma situação e, mesmo que a gente planeje algo, tudo pode mudar, não está muito na nossa mão. A letra da música me passou essa mensagem, além da calma, devido à batida do reggae. Gostei muito de como ela foi dividida com o Tales e, depois, nós dois juntos. Ficou bem legal", encerra Di Ferrero.


Ouça: https://umusicbrazil.lnk.to/CaleidoscopicoEP3

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Biografia MANEVA:

A união dos amigos Tales de Polli (voz e violão), Felipe Sousa (guitarra), Fernando Gato (baixo), Diego Andrade (percussão) e Fabinho Araújo (bateria) deu origem ao MANEVA, um dos nomes mais expressivos do reggae nacional, hoje com 15 anos de estrada.

Do dialeto africano suaíle, MANEVA significa prazer. É exatamente essa sensação que a banda desperta nos milhares de fãs conectados no Brasil e no mundo, afinal, o som do MANEVA já chegou a outros continentes. "Nosso show precisa ser sentido. Não são apenas músicos e canções. É um tributo às coisas lindas da vida, aquilo que acreditamos. Uma experiência de paz, amor, diversão e energia", explica Tales.

Com letras cheias de sentimentos, envolvidas pela forte influência do reggae e os mais diferentes ritmos, o MANEVA se tornou uma das bandas mais ouvidas do país, ocupando o topo do ranking nas rádios, YouTube e nos aplicativos de música.

Desde o primeiro álbum, o MANEVA coleciona canções que se transformaram em hits. "Meu pai é rastafár-I" e "Daquele jeito" fazem parte do registro intitulado "MANEVA" (2006). O disco "Tempo de Paz", de 2009, trouxe "Não vá dizer que não", "Êxodo", "Pisando descalço" e "Saudades do tempo". De 2012, o álbum "Teu Chão", apresentou os sucessos "Luz que me traz paz" e "Lembranças". Do EP "5 Cabeças" (2014), veio o hit "Reviso meus planos". Do álbum "#SomosOMANEVA", de 2015, está "O destino não quis". Do projeto "Ao Vivo em São Paulo", (2017), veio "Seja para mim". E do DVD "Acústico na Casa do Lago" (2018), se destacaram as faixas "Corre pro meu mar", "Sem jeito" e "Tô de pé". Já a inovadora série de animação "O Cabeça de Folha", disponibilizada nas plataformas digitais e no canal da banda no YouTube, trouxe de presente as canções "Lindo leve e pleno" e "Nós do Bonfim".

Em julho de 2020, no Dia Internacional do Reggae, em parceria com a Universal Music, a GTS e a Base 4, o MANEVA lançou o álbum "Tudo Vira Reggae". O projeto nasceu a partir da primeira live da banda, transmitida pelo YouTube. Além de canções autorais, o quinteto apostou em algumas releituras. Canções que fazem parte da história da música popular brasileira receberam um novo olhar e, claro, o arranjo tão particular do som jamaicano para entrar em um registro tão especial.

Com números que impressionam, o MANEVA soma mais de 800 milhões streams (áudio e vídeo), milhares de cópias vendidas, 11 certificações - com destaque para um Single de Diamante -, e uma infinidade de músicas que o Brasil aprendeu a amar.

Por: Bianca Ceará